


Ela foi o símbolo do cinema francês. Na fotografia em destaque de 1972, capturada no set de Se Don Juan Fosse Mulher, Brigitte Bardot já não era apenas a atriz que incendiou Saint-Tropez e reinventou a sensualidade europeia. Há rostos que pertencem ao seu tempo. O dela escapou.
Cabelos livres, olhar que não pede licença, corpo que nunca parece posar. Bardot inaugurou uma beleza que não precisava ser perfeita, apenas viva. E é por isso que permanece.
crédito: afp

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