Maria Ribeiro lança Nós, Madalenas, retrato visceral do feminismo inscrito na pele

Há livros que se folheiam. Outros que se atravessam. Nós, Madalenas, da fotógrafa e artista visual Maria Ribeiro, pertence à segunda categoria: é obra que se lê com os olhos, mas se compreende no corpo.
O livro nasce como gesto estético e político, um inventário sensível de feminismos possíveis, escritos literalmente sobre a pele de mulheres reais.
Cada retrato carrega uma palavra. Não como legenda, mas como inscrição. Batom sobre corpo: manifesto íntimo. A proposta, aparentemente simples, sustenta uma ruptura profunda, desloca o feminismo do discurso abstrato para a materialidade da experiência.










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