Livro O povo Pataxó e suas histórias, de Angthichay Pataxó, Arariby Pataxó, Jassanã Pataxó, Manguahã Pataxó, Kanátyo Pataxó. Hábitos, crenças, valores e tradições são contados por cinco professores indígenas.
Já em Tupã Tenondé: A criação do Universo, da terra e do homem segundo a tradição oral Guarani, de Kaká Werá Jecupé, mostra a sabedoria dos tamãi (sábio espirituais) em relação ao mundo, o homem e as tradições Guaranis.
Timóteo Silva Verá Tupã Popygua compartilha seus aprendizados e pensamentos durante a caminhada pela Mata Atlântica em conjunto com o povo Guarani Mbya em A terra uma só (Yvy Rupa). Já o conhecimento das plantas e as práticas medicinais do povo Huni Kuin são reunidas na obra Una Isï Kayawa – Livro da cura do povo Huni Kuin, de Agostinho Ika Muru, um importante registro dos saberes ancestrais.
O saber ancestral também está presente nas obras do acervo do MCI. Um dos destaques é o livro O pássaro encantado, de Eliane Potiguara, que apresenta histórias sobre costumes, memórias e ensinamentos compartilhados por uma das figuras mais importantes para os povos originários, os avós.
A mesma temática é apresentada por Daniel Munduruku, no livro Foi vovó que disse. Na obra, o autor reforça a tradição indígena de ouvir as histórias contadas pelos avós, considerados sábios por guardarem as histórias dos ancestrais.
O acervo do Museu também conta com narrativas indígenas, como em Quando eu caçava tatu e outros bichos, de Tiago de Oliveira Nhandewa, com contos e memórias de aventuras de meninos indígenas. Já um pequeno indígena conta a história do seu povo Munduruku, suas tradições e vivências em Kabá Darebu, de Daniel Munduruku.
Todos os livros estão disponíveis para leitura no acervo do Museu das Culturas Indígenas (MCI).
Fonte: Museu das culturas indígenas


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